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Revisão de textos – teoria e prática

Revisão de textos – teoria e prática – é a contribuição que trago aos colegas revisores, tanto aos já experientes quando os que estejam em formação. Partilho aqui a experiência de mais de dez anos revisando, estudando, publicando e aprendendo sobre o assunto.
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Revisão de textos
teoria e prática
A revisão profissional de textos é atividade em expansão, principalmente em função do aumento na produção de textos. Porém, o revisor segue sendo improvisado, um profissional sem critério estabelecido de formação, sem mesmo bibliografia consolidada que o subsidie no ofício. Revisores têm sido formados revisando, foi assim que me formei. Mas uma nova geração de revisores já desponta, com os diversos cursos, novos e incipientes, que têm tentado formar para a revisão. Esse pessoal que ingressa no mercado do texto precisa da lição e da experiência de quem já está no ramo e tem muito a nos oferecer, por isso ofereço a todos esse livro, cuja proposta é a partilha da experiência adquirida, trata-se de obra estritamente sobre a revisão, com sugestões, discussões teóricas, relato de situações, um pouco da cultura e do folclore em torno dessa atividade profissional.
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O livro: Uma PRIMEIRA PARTE, explicando ao que vem a obra. CONCEITOS GERAIS, parte teórica e conceitual da revisão de textos. O capítulo RELAÇÃO COM O CLIENTE trata das relações profissionais entre autor e revisor – essa cooperação de amores e ódios. Em LINGUÍSTICA E REVISÃO discuto e apresento algumas decorrências dos estudos linguísticos para a prática da revisão. PRÁTICAS DO OFÍCIO partilha algo de tudo que tenho experimentado. Depois, PROBLEMAS DO OFÍCIO DE REVISOR, afinal, este é um livro de profissional para profissional. Em seguida, FORMATAÇÃO E PREPARAÇÃO DE TEXTOS. Depois algumas HISTÓRIAS E FOLCLORE DA REVISÃO, em que tentei fugir do óbvio. Uma pequena ANTOLOGIA, CRESTOMATIA, FLORILÉGIO de ideias alheias. A ÚLTIMA PARTE é um título coerente com o da abertura e assim ficará parecendo que o trabalho fica arrematado. Mas não fica não. Nem é o caso de, como pretendem alguns autores, dizer que serão conclusões parciais ou conhecimento provisório. Depois de tudo, ainda há um GLOSSÁRIO, monte de conceitos e palavras dos ramos da revisão.
O livro já está disponível em formato impresso e e-book na AG-Book, obtenha o seu.
Categoriasbiliografia, livros

>Bibliografia especializada em revisão de textos

>

Bibliografia para revisão de textos

Já temos uma lista de autores e textos que tratam teoricamente do tema revisão; aqui listamos alguns títulos, para informação dos clientes e colegas. Quem consultar, verá que esta lista é bem semelhante à  encontrada no verbete revisão de texto da Wikipédia; não pense que extraímos a lista de lá – fomos nós que a colocamos naquele site. Esta lista foi feita com a colaboração do revisor José Muniz Jr.

  1. ANDRASICK, Kathleen, D. “Independent repatterning: Developing self-editing competence”. ”’English Journal”’, v. 82, n. 2, p. 28-31, 1993.
  2. ARROJO, Rosemary. “A relação exemplar entre autor e revisor (e outros trabalhadores textuais semelhantes) e o mito de Babel: alguns comentários sobre História do Cerco de Lisboa, de José Saramago”. ”’D.E.L.T.A.”’ v. 19, n. Especial, 2003.
  3. BUENO, Silvia Senz. “‘En lugar de la Mancha’… Procesos de control de calidad del texto, libros de estilo y políticas editoriales”. ”’Panace@”’. v. VI, n. 21-22, set.-dez. 2005.
  4. CÁLIS, Orasir Guilherme Teche. ”’A reescrita como correção: sobras, ausências e inadequações na visão de formandos em Letras”’. Dissertação (Mestrado), Universidade de São Paulo. São Paulo, 2008.
  5. DAIUTE, Colette. “Physical and cognitive factors in revising: Insights from studies with computers.” ”’Research in the Teaching of English”’, v. 20, n. 2, p.141-159, 1986.
  6. GEHRKE, Nara Augustin. “Na leitura, a gênese da reconstrução de um texto.” ”’Letras de Hoje”’, v. 28, n. 4, p. 115-154, 1993.
  7. HAWISHER, Gail E. “The effects of word processing on the revision strategies of college students”. Paper presented at the ”’Annual Meeting of the American Educational Research Association”’ (San Francisco), 1986. (ERIC Document Reproduction Service No.ED 268 546)
  8. HUNTER, Sylvia. “Why copy editors matter”. ”’Journal of Scholarly Publishing”’. out. 2004.
  9. IRBY, Janet R. “How does a story grow?: Revision as collaboration”. ”’Quill and Scroll”’, v. 69, kn. 3, p. 7-9, 1995.
  10. KURTH, Ruth J. “Using word processing to enhance revision strategies during student composing.” Paper presented at the ”’Annual Meeting of the American Educational Research Association”’ (San Francisco), 1986. (ERIC Document Reproduction Service No.ED 277 049)
  11. LEHR, Fran. “Revision in the writing process”. (ERIC Document Reproduction Service No. ED ED379 664)
  12. LEFFA, Vilson J. “O processo de auto-revisão na produção do texto em língua estrangeira”. ”’Trabalho apresentado no XI Encontro Nacional da ANPOLL”’, João Pessoa, 2 a 6 de junho de 1996.
  13. LEVESQUE, France. “Réviseur: un métier, deux pratiques”. ”’Rédiger”’. n. 2, 1998.
  14. MacDONALD, Susan. “Becoming editors”. ”’English Quarterly”’, v. 25, n. 1, p. 14-18, 1993
  15. MARTINS FILHO, Plínio. “O bom revisor de textos”. Em: RIBEIRO, Ana Elisa; COSCARELLI, Carla Viana (org.). ”’Conversas com editores”’. Belo Horizonte: UFMG, 2007. (Cadernos Viva Voz)
  16. PLUMB, Carolyn et al. “Error correction in text: Testing the processing-deficit and knowledge-deficit hypotheses.” ”’Reading and Writing: An Interdisciplinary Journal”’; v. 6, n. 4, p. 347-60, 1994.
  17. POWERS, Rachel L. “The editors’ table: Best seat in the classroom”. ”’Perspectives in Education and Deafness”’, v. 13, n. 3, p. 20-21, 1995.
  18. RIBEIRO, Ana Elisa. “Em busca do texto perfeito: (in)distinções entre as atividades do editor de texto e do revisor de provas na produção de livros”. ”’Anais do XII Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação da Região Sudeste”’, Juiz de Fora (MG). São Paulo: Intercom, 2007.
  19. RIBEIRO, Ana Elisa. “Recados ao revisor de textos: representações do profissional de texto nas crônicas de Eduardo Almeida Reis”. ”’Verso e Reverso”’. v. 22, 2008.
  20. SALGADO, Luciana S. “O autor e seu duplo nos ritos genéticos editoriais”. ”’Eutomia”’, n. 1 (525-546), 2008.
  21. SALGADO, Luciana S. R”’itos genéticos no mercado editorial: autoria e práticas de textualização”’. Tese (Doutorado), Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2007.
  22. SOMMERS, Nancy. ”’Revision strategies of student writers and experienced adult writers”’. Washington, DC: National Institute of Education, 1982. (ERIC Document Reproduction Service No.ED 220 839)
  23. VAN DE POEL, Kris (org), “Text editing: from a talent to a scientific discipline.” ”’Antwerp Papers in Linguistics”’ n. 103, Antuérpia: Universiteit Antwerpen, 2003.
  24. VIGNEAU, François et al. “La révision de texte: une comparaison entre réviseurs débutants et expérimentés”. ”’Révue des sciences de l’éducation”’. vol. XXIII, n. 2, pp. 271-288, 1997.
  25. VITA, Ercilene Maria de Souza. ”’O sujeito, o outro e suas relações com o texto na revisão de textos escolares”’. Dissertação (Mestrado), Universidade de São Paulo. São Paulo, 2006.
  26. YAMAZAKI, Cristina. “Editor de texto: quem é e o que faz”. ”’Anais do XXX Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação”’, Santos (SP). Intercom: São Paulo, 2007.
  27. YAMAZAKI, Cristina. “Por uma edição de livros sem preconceitos”. ”’Anais do XIII Colóquio Internacional de Comunicação para o Desenvolvimento Regional”’, Pelotas (RS). Intercom: São Paulo, 2008.
  28. YODER, Sue Logsdon. “Teaching Writing Revision: Attitudes and Copy Changes”. ”’Journalism Educator”’, v. 47, n. 4, p. 41-47, 1993.

Leia por aqui mesmo: Quem sabe revisar?Lista blibliográfica (Manual 2002)Informações sobre revisão - Referência bibliográfica e bibliografia

    Categoriasbiliografia

    >Lista bibliográfica (bibliografia)

    >

    É a relação do material consultado para elaboração do trabalho. “Parte de uma obra na qual o autor apresenta as referências bibliográficas dos documentos consultados, de obras recomendadas para leitura complementar” (AURÉLIO).
    Deve ser apresentada em ordem alfabética pelo sobrenome do autor, em ordem cronológica crescente; quando o autor tem mais de uma obra editada no mesmo ano devem-se usar as letras a, b, c,…, em minúscula. Exemplo: 1998a, 1998b, 1998c, 1999, 2001… As obras individuais do autor antecedem as obras coletivas em que ele aparece.
    Quando o autor tem mais de uma obra citada no mesmo ano, a segunda obra e as seguintes devem seguir a ordem alfabética de acordo com o título da obra. Evita-se substituir a repetição do nome pela barra de espaços ____ , procedimento arcaico e que impossibilita a ordenação e identificação eletrônica do segmento.
    Exemplo extraído da Bibliografia de FERREIRA, NRS, 2001:
    MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. 2.ed. Lisboa: Instituto Piaget, 1995.
    MORIN, Edgar. Ciência com consciência. 4. ed. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000a.
    MORIN, Edgar. Os sete saberes necessários à educação do futuro. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: UNESCO, 2000b.
    MORIN, Edgar; Moigne, Jean-Louis Le. A inteligência da complexidade. 2.ed. São Paulo: Peirópolis, 2000.

    Esse assunto e muito mais sobre redação, especialmente a destinada às universidades, está em nosso Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica que fornece elementos para que os aspectos linguísticos e formais não constituam obstáculos ao trabalho. Dá indicações de procedimentos e sugestões de apresentação dos resultados.
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    Categoriasbiliografia, normas

    >Quadro de normas da ABNT

    >

    Muitas vezes se mencionam as “Normas da ABNT“ como se fossem “lei” ou documento isolado que deva ser respeitado nacionalmente e que traz tudo exatamente como deve ser feito.
    muitas normas diferentes emanadas daquela instituição que se relacionam ao trabalho científico; em cada instituição de ensino ou pesquisa, ou em cada publicação adotam-se parcial ou totalmente essas normas, adaptando-as e modificando-as de acordo com o interesse específico.
    A Associação Brasileira de Normas Técnicas, ao contrário do que muitos pensam, é instituição privada; suas normas são adquiridas em seus representantes, elas são documentos isolados, custam caro e não estão reproduzidas em nenhuma publicação, pois os direitos autorais sobre elas são fortemente resguardados.
    Há casos de conflito interno no estabelecimento das normas, e de conflito entre as normas apresentadas, até pelas suas diferentes datas de atualização.
    É apresentada a seguir uma relação dessas normas, a título de exemplo e para ilustrar a complexidade do assunto.
    Quadro 1: Normas da ABNT
    Norma/ Número/ Atualização
    Ementa
    Norma para datar
    NBR-5892
    08/1989
    Fixar as condições exigíveis para indicação da data de um documento ou acontecimento. Aplica-se a datas históricas que têm como referência o início da era cristã situada no começo do ano 1.
    Apresentação de publicações periódicas
    NBR-6021
    10/1994
    Fixar diretrizes de ordem e clareza na apresentação de publicações periódicas. Destina-se a facilitar o trabalho de editores e impressores, possibilitando ao usuário sua melhor utilização.
    Apresentação de artigos de periódicos
    NBR-6022
    08/1994
    Fixar as condições exigíveis para orientar colaboradores e editores de publicações periódicas científicas e técnicas, no sentido de uma apresentação racional e uniforme dos artigos nelas contidos.
    Informação e documentação – Referências – Elaboração
    NBR-6023 (orig.NB66)
    31/08/2000
    Especifica os elementos a serem incluídos em referências. Fixa a ordem dos elementos da referência e estabelece convenções para transcrição e apresentação da informação originada do documento e/ou outras fontes de informação. Destina-se a orientar a preparação e compilação de referência de material utilizado para a produção de documentos e para inclusão em bibliografias, resumos, resenhas, recensões e outros. Aplica-se às descrições usadas em bibliotecas e nem as substitui (sic).
    Numeração progressiva das seções de um documento
    NBR-6024
    08/1989
    Fixar as condições exigíveis para um sistema de numeração progressiva das divisões e subdivisões do texto de um documento, de modo a expor com clareza a seqüência, importância e inter-relacionamento da matéria e a permitir a localização imediata de cada parte. Aplica-se à redação de todos os tipos de documentos, manuscritos e impressos, com exceção daqueles que possuem sistematização própria, como dicionários, ou que não necessitam ser sistematizados, como os textos literários.
    Revisão tipográfica
    NBR-6025
    05/1980
    Estabelecer regras e sinais de revisão de provas tipográficas, com a finalidade de simplificar o trabalho do revisor e o da oficina tipográfica. Não se aplica a qualquer alteração ou correção do texto original antes de ser entregue ‘a composição tipográfica; aplica-se, porém, a todas as alterações efetuadas pelo autor no texto já composto.
    Legenda bibliográfica
    NBR-6026
    03/1994
    Fixar as condições exigíveis para a apresentação da legenda bibliográfica.

    Sumário
    NBR-6027
    08/1989
    Fixa condições exigíveis para a estrutura, localização e aspecto tipográfico do sumário.
    Resumos
    NBR-6028
    05/1980
    Caracterizar os resumos e estabelecer uma técnica para sua redação e apresentação. Aplica-se a qualquer tipo de texto.
    Apresentação de livros
    NBR-6029
    (orig.NB217)
    07/05/1993
    Fixa condições exigíveis quanto à apresentação dos elementos que constituem o livro. Destina-se a editores e autores.
    Apresentação de ofício ou carta formato A-4
    NBR-6030
    05/1980
    Fixar as condições exigíveis para a apresentação de ofício ou carta em formato A-4 (210mm x 297mm), estabelecendo a distribuição dos campos destinados a elementos que neles obrigatoriamente figuram.
    Correções datilográficas
    NBR-6031
    12/1980
    Fixar as condições exigíveis para correção em trabalhos datilográficos. Aplica-se a qualquer tipo de trabalho feito por datilógrafo em entidades públicas ou privadas.
    Abreviações de títulos de periódicos e publicações seriadas
    NBR-6032
    08/1989
    Fixar as condições exigíveis para uniformizar as abreviaturas de títulos de periódicos e publicações seriadas.
    Ordem alfabética
    NBR-6033
    08/1989
    Fixar critérios de aplicações da ordem alfabética em listas, índices, catálogos, bibliografias e trabalhos de natureza semelhante.
    Preparação de índice de publicações
    NBR-6034
    08/1989
    Fixar as condições exigíveis de apresentação e critérios básicos para a compilação de índice de publicações. Esta norma destina-se principalmente às publicações técnicas e científicas, cuja extensão e complexidade exijam rápida localização das informações contidas no texto. Não se aplica aos índices automatizados que obedecem a diretrizes próprias.
    Emprego de numeração de semanas
    NBR-9577
    09/1986
    Esta norma aplica-se em todos os casos onde uma determinada semana do ano tem que ser definida para usos comerciais
    Arquivos
    NBR-9578
    09/1986
    Definir termos empregados nos arquivos em geral
    Preparação de indicadores de Bibliotecas, Centros de Informações e Documentação
    NBR-10518
    1992
    Fixar as condições exigíveis para a organização e informação dos indicadores de Bibliotecas, Centros de Informação e Documentação.
    Critérios de avaliação de documentos de arquivo
    NBR-10519
    10/1988
    Fixar as condições exigíveis para a racionalização dos arquivos brasileiros, públicos e privados, estabelecendo preceitos capazes de orientar a ação dos responsáveis pela análise e seleção de documentos, com vistas à fixação de prazos para sua guarda ou eliminação.
    Apresentação de citações em documentos
    NBR-10520 (orig.NBR896)
    30/04/1992
    Fixa condições de apresentação de citações em documentos, para orientar autores e editores.
    Numeração internacional para livro – ISBN
    NBR-10521
    Não consta
    Fixar as condições exigíveis para atribuição de um número a cada livro e tem por finalidade identificar, em termos internacionais, um título, particularizando inclusive a editora. Assim, o Número Internacional do Livro (ISBN – International Standard Book Number) referencia um título e edição específicos, justificando-se, portanto, sua impressão no livro.
    Abreviação na descrição bibliográfica
    NBR-10522 (orig.NB938)
    10/1988
    Fixa condições exigíveis para uniformizar as abreviaturas mais comumente usadas, em português, na descrição bibliográfica de documentos em geral, especialmente monografias.
    Entrada para nomes de língua portuguesa em registros bibliográficos
    NBR-10523 (orig.NB1084)
    10/1988
    Fixa condições exigíveis para uniformizar a forma de escolha das entradas para nomes de língua portuguesa e o estabelecimento dos respectivos cabeçalhos em registros bibliográficos.
    Preparação de folha de rosto de livro
    NBR-10524
    Não consta
    Fixar as condições exigíveis na preparação da folha de rosto de livro e a forma como deve ser apresentada. Sua finalidade é permitir aos editores apresentar a folha de rosto de um livro de modo a facilitar seu uso pelos bibliógrafos, bibliotecários e usuários.
    Numeração internacional para publicações seriadas – ISSN
    NBR-10525
    Não consta
    Fixar as condições exigíveis para definir e promover o uso de um código (ISSN) para identificação única de cada publicação seriada.
    Apresentação de relatórios técnico-científicos
    NBR-10719
    08/1989
    Fixar as condições exigíveis para elaboração e apresentação de relatórios técnico-cientíticos. Trata exclusivamente de aspectos técnicos de apresentação, não incluindo questões de direitos autorais. Conquanto não sejam objetos desta Norma outros tipos de relatórios (administrativos, de atividades e outros), é opcional sua aplicação, quando oportuna. Nesse caso, os documentos devem sujeitar-se, tanto quanto possível, ao disposto nesta norma.
    Editoração de traduções
    NBR-11635
    12/1990
    Fixar as condições exigíveis para identificação e apresentação de trabalhos em publicações impressas.
    Títulos de lombada
    NBR-12225
    04/1992
    Oferecer aos editores regras para apresentação dos títulos ou outra identificação nas lombadas.
    Apresentação de originais
    NBR-12256
    04/1992
    Fixar as condições exigíveis quanto à forma de apresentação de originais para publicação. Tem por finalidade orientar o autor no preparo dos originais e racionalizar o trabalho de editoração.
    Catalogação na publicação de monografias
    NBR-12899
    30/08/1993
    Fixa condições exigíveis à forma de apresentação dos dados de catalogação-na-publicação (CIP) em monografias impressas e os elementos a serem incluídos, a fim de facilitar aos bibliotecários, editores e usuários em geral a interpretação e uso desses dados.
    Manual Keimelion

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    Leia em seguida:
    Categoriasbiliografia, normas Tags:

    >Referência bibliográfica e bibliografia – ABNT

    >

    ABNT e referências

    No Brasil todo, o mais comum para trabalhos acadêmicos é usar regras adaptadas da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), mas há centenas de normas de interpretações delas.
    Há que se distinguir o que normalmente se confunde:
    Referência bibliográfica é o conjunto de indicações que possibilitam a identificação de documentos, publicações, no todo ou em parte. Referência: “‘Nota informativa de remissão’ (em publicação); ‘fonte de esclarecimento’ (para o leitor)” (AURÉLIO).
    Bibliografia é o conjunto de obras pesquisadas a que o leitor pode recorrer para aprofundamento sobre o assunto do trabalho. “Documento que apresenta lista de referências bibliográficas, usadas em ordem alfabética, relativas a um ou mais assuntos. Parte de uma obra na qual se listam as referências bibliográficas de obras recomendadas para leitura complementar” (AURÉLIO).
    Confundem-se também referência e citação, por proximidade e contaminação, mas vale observar que são coisas bem distintas.

    • Formas de referência

    Entre as muitas formas pelas quais as referências bibliográficas podem ser feitas, escolha-se a mais conveniente de acordo com o tipo de trabalho e as exigências da instituição a que ele se destina.
    Não há menção na NBR 10520 para que os nomes dos autores no corpo do texto devam aparecer em maiúsculas ou versalete, todos os exemplos da NBR 10520 estão com apenas a primeira letra em maiúscula, mas essa prática é difundida e entendemos haver justificativa: facilita visualmente a localização dos autores no texto.

    • Referência completa

    Aplica-se raramente no texto. Essa referência reproduz integralmente os dados da obra citada, fica muito longa e é adequada exclusivamente às listagens bibliográficas (bibliografia).
    Exemplo:

    “… a democracia tem a demanda fácil e a resposta difícil; a autocracia, ao contrário, está em condições de tornar a demanda mais difícil e dispõe de maior facilidade para dar respostas” (BOBBIO, Norberto. Il futuro della democrazia, in: Nuova civiltà delle machine, II, verão, 1984, pp. 11-20 – trad. bras. de Marco Aurélio Nogueira, São Paulo: Editora Paz e Terra, 7ª ed. revista e ampliada, 2000, p. 49, apud RIBEIRO, Wladimir Antonio. Em busca do federalismo perdido. Coimbra: Dissertação de Mestrado, Universidade de Coimbra, 2001, p. 52).

    É claro absurdo fazer referência assim: ela é muito maior que a própria citação. Além disso, é referência indireta: Bobbio citado por Ribeiro; traz mais informações que o necessário: o tradutor é informação raramente pertinente.

    • Referência abreviada

    É a forma mais aceita e usual, consiste simplesmente em mencionar o sobrenome do autor, o ano da publicação e letra identificadora (quando couber), seguindo-se dois pontos e o número da página ou páginas correspondentes.

    “Com base em BEAVER (1981:50) é possível identificar algumas relevantes conseqüências econômicas da informação contábil…” (MARTINEZ, 2001:18).

    O nome do autor e os dados numéricos podem vir dentro ou fora dos parênteses, dependendo de integrar ou não o texto.

    • Referência codificada

    Usa-se para obras de domínio público, em que as diversas edições estão codificadas de modo que a referência possa ser identificada em qualquer delas: (Luc. I,20) Lucas, Capítulo I, versículo 20.
    Pode ser usada ainda quando o autor se refere inúmeras vezes ao mesmo trabalho, de forma específica ou generalizada: como FOLHA ou AURÉLIO, neste trabalho, para referir ao Manual de redação da Folha de São Paulo ou ao Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI.

    • Referência numerada

    A referência é introduzida numericamente, ao longo do texto, entre parênteses, sobrescrita ou entre colchetes, de acordo com a listagem ao fim do artigo, do capítulo ou da obra. Não se recomenda esse procedimento, apesar de ser exigido por algumas publicações e raros departamentos de universidades. Dificulta a leitura, levando leitor a desprezar a informação. Não tem mais justificativa; os outros procedimentos de maior legibilidade são facilmente empregados com uso do computador.

    • Localização das referências às citações

    Antes do texto: Quando o texto se refere exclusivamente a determinada publicação, como ocorre nas resenhas, resumos e recensões.
    No texto: A referência vem logo após o texto, conforme os exemplos acima, ou antes da própria citação, para benefício do leitor, quando se tratar de referência a trabalho ou idéias de autor único.
    Exemplo:

    “A horticultura é a principal atividade econômica desenvolvida no município de Mário Campos. Segundo a EMATER-MG (1999:4),
    ‘… a agricultura do município envolve aproximadamente 1.200 trabalhadores (meeiros, parceiros, arrendatários, proprietários, diaristas, atravessadores) que estão diretamente ligados à produção agrícola, garantindo a sobrevivência de 235 famílias’” (Apud RODRIGUES, 2002:53).

    • Referência em pé-de-página

    Coloca-se o número sobrescrito que deverá ser repetido no rodapé da página; o corpo indicado para as notas de rodapé é o 10, para ambas as fontes usadas. O autor opta por esse procedimento quando prefere deixar o texto mais leve, ou quando a imediata identificação da fonte não é item essencial ao raciocínio desenvolvido:

    “Todavia, na Alemanha, ‘as bases naturais do federalismo se debilitaram progressivamente’ . Visto de outro modo, ‘os pressupostos da formação da unidade federativa: uma diferenciabilidade dada dos Estados-membros, cuja individualidade, pela construção federativa, deve ser conservada, assegurada e unida para a colaboração comum na unidade do Estado-total, na República Federal da Alemanha, em grande parte deixaram de existir’” (Apud RIBEIRO, 2001:50).

    • Ao final de cada parte, capítulo ou do trabalho

    As referências aparecem em forma de notas no final. Devem ser numeradas em ordem crescente. Não é mais recomendado esse procedimento, deve-se evitá-lo. Fazer isso dificulta o acesso do leitor à informação, trunca a leitura e prejudica a apreensão do conteúdo, caso o leitor consulte a cada ocorrência. O que ocorrerá mais freqüentemente é que o leitor desprezará a informação suplementar.

    Manual de redação
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    Recomendo ler neste blog:
    Dicas de resumos de trabalhos acadêmicos
    A relevância da introdução
    Portfólio de trabalhos da Keimelion

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    >Bibliografia do Manual de redação (2002)

    >

    Bibliografia ABNT
    ACADEMIA Brasileira de Letras. Vocabulário ortográfico da língua portuguesa. Disponível em . Acesso em 10 de janeiro de 2002.
    AQUADOCE. A minha experiência com Betta (2) Acesso em 8 de abril de 2002.
    ATHAYDE, Públio. Chess and rational choice: application of the games theory. Disponível em , Message-ID: , NNTP-Posting-Date: 24 Jan 2002 15:29:21 GMT.
    ATHAYDE, Públio. O Brasil na nova ordem política e social. In: Jus Navigandi, n. 46. Disponível em . Acesso em 16 abr. 2002.
    ATHAYDE, Yara Athayde. Apresentação final da defesa (Apresentação do Microsoft PowerPoint): PINTO, Maria de Lourdes Moreira. O uso da informática no ensino fundamental – um estudo de caso em escolas de Belo Horizonte. Florianópolis: Universidade Federal de Santa Catarina, Dissertação de Mestrado, 2001. Disponível em . Acesso em 7 de outubro de 2008.
    AURÉLIO. Veja-se Ferreira, Aurélio Buarque de Holanda. Dicionário Aurélio eletrônico – Século XXI.
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