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Arquivo para a categoria ‘normas’

Título da tese, dissertação, monografia

O que vale para o o título das teses, dissertações e monografias vale também para os artigos científicos, TCCs e qualquer outro trabalho acadêmico. A primeira recomendação é concisão, pois é neste fator o problema mais notado. Coerência e exatidão não requeridas, mas normalmente há.
  • Recomenda-se adotar título objetivo, direto; usar substantivos, estando atento às preposições exatas e ao mínimo de artigos. O título do trabalho não é seu resumo.
  • Devem-se evitar títulos longos, buscando-se objetividade e contendo apenas as palavras essenciais, sem prejuízo da clareza e entendimento da natureza do trabalho.
  • Não se usam metáforas, ironias ou outros recursos literários em títulos acadêmicos, exceto com absolutas consciência e intencionalidade no procedimento.
Observe-se o exemplo do título do Manual Keimelion 2010 para redação acadêmica: a preposição foi escolhida visando determinar a aplicação que o trabalho terá. Outros manuais, principalmente os jornalísticos, são intitulados: “Manual de redação…” – redação aqui é onde eles são usados, na redação do periódico. Em ambos casos houve propriedade na escolha dos títulos

Muitos trabalhos visam obtenção
de diferentes graus: bacharel, licenciado,
mestre, doutor são títulos correspondentes
aos graus acadêmicos.
Segundo a ABNT, na NBR 14724:2002, o título é elemento obrigatório e deve constara na capa, folha de rosto, lombada (quando houver esta), na folha de aprovação e em outros lugares especificados. É bem frequente atualmente que o título do trabalho conste em todas as páginas do texto, no rodapé ou cabeçalho – apesar de todas que já vimos serem omissas quanto a isso – em virtude da grande ocorrência da reprodução de partes do texto por fia eletrônica o mecânica. A referida NBR14724, sobre título e subtítulo, registra: (4.1.3.1) o “(b) título principal do trabalho, deve ser claro e preciso, identificando o seu conteúdo e possibilitando a indexação e recuperação da informação”; o “(c) subtítulo: se houver, deve ser evidenciada a sua subordinação ao título principal, precedido de dois pontos”. A NBR 12225:2004 faculta a abreviação do título na lombada, quando necessário; recomendamos essa mesma abreviação para rodapé ou cabeçalho, conforme o projeto gráfico adotado.
Mais duas sugestões: tente fazer uma tempestade de ideias quanto ao título, faça uma lista das possibilidades e vá cortando palavras em cada item, tentando manter o sentido, o mais curto será o melhor; procure no Google se já existe trabalho com o mesmo título ou bem semelhante e evite essa escolha, se possível. !function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0];if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=”//platform.twitter.com/widgets.js”;fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document,”script”,”twitter-wjs”);
Categoriasnormas, redação, trabalho

Capas e folhas de rosto

Temos notado continuamente o grande interesse dos visitantes de nosso blog por capa e folha de rosto dos trabalhos acadêmicos.
A capa do trabalho pode variar bastante,
a folha de rosto segue um padrão mais
uniforme.
Não que seja nada complicado atender às normas sobre o assunto, mas sempre há dúvidas. Aqui selecionamos uma pequena amostra de capas e folhas de rosto de trabalhos universitários que revisamos recentemente, postamos para servir de exemplo do que pode ser feito dentro das muitas regras que há. Lembramos que os orientadores quase sempre mencionam a ABNT, mas muitas vezes o que eles querem não é exatamente que se siga aquela norma.
Procure observar se existe uma norma específica em sua instituição sobre esse assunto, pois o que observamos é que há muitas variações, em várias instituições, segundo as interpretações que se faz.
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Capas e folhas de rosto de trabalhos revisados na Keimelionhttp://www.scribd.com/embeds/85192471/content?start_page=1&view_mode=slideshow&access_key=key-9nq56tw6v448fjo13cj

Categoriasdicas, formatação, normas

Formatação de trabalhos acadêmicos (1)

Nosso trabalho é focado em revisão de textos acadêmicos,teses e dissertações prioritariamente, também artigos e monografias. Todosesses textos requerem, além de acurada revisão, um trabalho de formatação queimplica em conhecimento e interpretação de regras que não são sempre muitoclaras (ABNT, Chicago, Vancouver, APA, etc.) e normas de apresentação dasinstituições (universidades) ou veículos (livros ou revistas) a que se destinam.A formatação também requer conhecimento, bem mais aprofundado que o do usuáriohabitual, de programas de editoração – como o Word ou o Open Office, os maiscomuns. Nós também fazemos a formatação de trabalhos, com total profissionalismo.

Tela de formatação física da citação longa no Word.
Clique na imagem para ampliar.

Conceitos de formatação

Formatação de texto é a etapa da preparação queinclui a organização visual, realce e estrutura segundo um formato determinado e as variáveis que se aplicarem.
Há dois procedimentos de formatação, um é a formataçãológica, outro a formatação física. No sentido geral da formatação dos trabalhosacadêmicos, a formatação lógica implica determinar qual segmento do texto correspondaa cada elemento do trabalho (o que é um título de capa, título de capítulo – oude nível 1, 2, 3… – o que é uma legenda, uma tabela ou uma entrada de índice,para mencionar poucos dos inúmeros formatos a serem determinados em cadatrabalho). A formatação física corresponde à necessidade de se determinar comodeve ser apresentado cada elemento; por exemplo:
Os efeitos de apresentação na tela e na página impressa são os mesmos: o motivo dadistinção entre eles se deve à ideia básica de independência entreespecificação (lógica) e apresentação (física).
A formatação do segmento acima (na página de texto do Word) correspondente a uma citaçãolonga, apresentando as seguintes características (naquele editor ou impressa): Fonte: 11 pt,Cor da fonte: Preto, Recuo: À esquerda: 1.18″,  Primeira linha:  0.49″. Justificado. Espaçamento entrelinhas:  Múltiplos 1.25 lin.. EspaçoDepois de: 12 pt. Não adicionar espaço entre parágrafos do mesmo estilo.Estilo: Vinculado. Estilo Rápido. Prioridade: 100. Com base em: Normal.Seguinte estilo: Normal.
Na formatação lógica, quando formatamos um trecho de textocomo cabeçalho de nível 1, não explicitamos se esse tipo de cabeçalho deve serem alguma fonte determinada, em um tamanho determinado, justificado à esquerdaou à direita, ou centralizado. Esses detalhes de apresentação são deixados parao a formatação física – o que corresponde à apresentação do documento segundo anorma solicitada – e pode ser reconfigurado de acordo com cada necessidade, porexemplo, para ser submetido a uma banca ou a uma publicação.
Desse modo, além de facilitar enormemente o trabalho doautor para os usos seguintes do texto, a formatação adequada garante auniformidade de apresentação de cabeçalhos, parágrafos, listas. Na formataçãose escolhe o tipo de letra, tamanho, estilo, cor, espaçamento, posição verticaldo texto e adição de efeitos, tais como sublinhado. Pode também controlar oespaçamento e avanço, adicionar marcas e números, bem como definir oalinhamento. Pode-se aplicar formatação às palavras, ao parágrafo ou ao textointeiro. Pode-se aplicar as propriedades de tipo de letra, tais como tipo deletra, tamanho, cor, realce e efeitos ao texto selecionado e as propriedades doparágrafo tais como alinhamento, marcas, numeração, sombreado e limites aquaisquer parcelas do texto.
A formatação lógica segue o significado lógico do textomarcado: um parágrafo, uma citação, um título. Sua apresentação final não sofregrandes variações. A formatação física especifica com exatidão o estilo quese quer para o texto: itálico, grifado, tamanho da fonte, margens. Suaapresentação final varia conforme o uso que será dado ao texto naquele momento,podendo oferecer resultados mais ricos.
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Veja a mais sobre
Formatação de trabalhos acadêmicos: (1)(2)(3)(4)

O plágio, a mais comum das fraudes acadêmicas

O plágio é apenas um dos tipos de fraude acadêmica, talvez o mais comum e, certamente, o único em que o autor possa incorrer por desaviso. Além do plágio, existem a contrafação de trabalhos (encomendar a alguém), a fraude documental, fraudes em concursos, e uma série de outras. Aqui uma manual da UFF orientando e esclarecendo os limites da propriedade intelectual e como evitar incorrer em alguns tipos de plágio.
Réplica do crânio do ‘homem de Piltdown’, que foi apresentado
em 1912 como o ‘elo perdido’ da evolução humana,
mas não passava de uma montagem.
Esta fraude, a mais famosa de todos os tempos,
foi desmascarada nos anos 1950.
(foto: Wikimedia Commons/ Anrie – CC BY-SA 3.0)

engana-sequem pensaque só fazplágioquem copia,palavra porpalavra um trabalhosem citarinteiroa fontede ondeotirou.

Segundo o professor Lécio Ramos, citado por Garschagen (2006), podemos listar pelo menos 3 tipos de plágio:

  • Integral: o “engano” citado acima…
  • Parcial: que ocorre quando o trabalho é um “mosaico” formado por cópias de parágrafos e frases de autores diversos, sem mencionar suas obras.
  • Conceitual: a utilização da ideia do autor escrevendo de outra forma, porém, novamente, sem citar a fonte original.

!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0];if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=”//platform.twitter.com/widgets.js”;fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document,”script”,”twitter-wjs”);!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0];if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=”//platform.twitter.com/widgets.js”;fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document,”script”,”twitter-wjs”);!function(d,s,id){var js,fjs=d.getElementsByTagName(s)[0];if(!d.getElementById(id)){js=d.createElement(s);js.id=id;js.src=”//platform.twitter.com/widgets.js”;fjs.parentNode.insertBefore(js,fjs);}}(document,”script”,”twitter-wjs”);Cartilha Sobre Plágio Acadêmicohttp://www.scribd.com/embeds/84310037/content?start_page=1&view_mode=list&access_key=key-2ieltht6ur2nda9hgjdz

Como citar um tweet em trabalho acadêmico?

A Modern Language Association gosta de acompanhar os tempos. Como todos sabemos, algumas informações aparecem primeiro ou o apenas no Twitter e podem haver bons motivos para que sejam citadas em trabalhos acadêmicos como fontes. Assim, a MLA criou um formato padrão que vai aqui adaptado para nossos usos (segundo o cacoete da ABNT). Sua forma, segundo a mesma lógica de sempre para citações, é a seguinte:
  • ÚLTIMO NOME, Primeiro Nome. (Apelido no Twitter). “O texto do Tweet.” Data, hora. Tweet.
Toda referência, de qualquer fonte, segue
o mesmo princípio lógico.
 Esmiuçando a coisa:
  • Comece a entrada na lista de obras citados com o nome verdadeiro do autor e, entre parênteses, o nome de usuário, se ambos são conhecidos e eles diferem. Se apenas o nome do usuário é conhecido, fica apenas ele.
  • Em seguida, fornecer todo o texto do tweet entre aspas, sem alterar a capitalização. Conclua a entrada com a data e hora da mensagem e o meio de publicação (Tweet). Exemplo:
RABELLO, Francisco. (Rabello10). “[Confere @pathayde?] RT @cinlopes: @posgraduando: Como citar um tuíte num texto acadêmico (agora normatizado) zite.to/z2xVzW via @Zite”. 5 de maio de 2012, 15h09. Tweet.

A data e hora de uma mensagem no Twitter refletem o fuso horário do leitor. Leitores em diferentes fusos horários veem momentos diferentes e, possivelmente, diferentes datas no mesmo tweet. A data e a hora em que estavam em vigor para o escritor do seu tweet, quando foi transmitida normalmente não são conhecidas. Assim, a data e a hora que aparecem no Twitter são apenas aproximados guias para o momento de um tweet. Pare recuperar ou conferir a informação, percorra-se a linha de publicações do autor no período.
Observe que a forma de notação de hora foi aqui adaptada para o sistema adotado no Brasil, assim como o sobrenome do autor registrado em caixa alta, como é nosso costume; foram as alterações que proponho no sistema da MLA.
Tradução e adaptação de the Atlantic, Via Thomas, Matt. (mattthomas). “This. RT @JenHoward How do you cite a tweet? The MLA is glad you asked. (You did ask, didn’t you?) bit.ly/ykLfcQ.” 2 March 2012, 2:21pm. Tweet.
Obrigado ao Professor Francisco Rabello pela sugestão do post.

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Categoriasnormas, trabalho

Revisores de texto e trabalho a distância

Hoje se pode contratar teletrabalhadores, ou seja, pessoas que trabalham à distância, para uma quantidade significativa de atividades, como redação e revisão de textos, design gráfico, programação de computadores, lançamentos contábeis e até telemarketing ou telessuporte.
Revisão de texto não tem hora nem local
para ser feita. Pode ser em casa, de
madrugada. Mas sempre tem o prazo!
Ao sancionar a Lei 12.551/2011, que equipara o trabalho realizado no estabelecimento do empregador ao realizado à distância, o governo federal deu um passo importante no sentido de reconhecer a nova realidade das relações de trabalho e modernizar a CLT. Os teletrabalhadores passam a ter os mesmos benefícios do que aqueles que batem ponto fisicamente na sede das empresas.
Como esse trabalho é realizado essencialmente em frente a um computador (ou a um telefone), não há nada que impeça que seja feito fora do escritório. Existem recursos que permitem “marcar o ponto” ao fazer o login e o logout, bem como monitorar a atividade durante o período de “expediente” enviando para o contratante imagens do monitor e gravações das ligações telefônicas, por exemplo.
Por isso, em termos de relação de trabalho, de fato não existe muita diferença entre esse tipo de empregado e aquele que bate o ponto no escritório, cujo chefe passeia pela sua mesa de tempos em tempos para monitorar a atividade. Ambos têm contrato permanente, mantêm relação de subordinação e recebem remuneração pelo trabalho, pressupostos que configuram a “relação de emprego” a que se refere a lei.
Por outro lado, em termos de conveniência, e ela é mútua, há muitas diferenças. O funcionário economiza horas não-remuneradas para se locomover e pode atender a casa e a família quando a atenção for demandada. Já o empregador economiza espaço, móveis e equipamentos, além de alguns custos como o vale-transporte, por exemplo.

Fragmento de C. Nasajon.

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