A Keimelion - revisão de textos é especializada em de todos os gêneros literários e científicos: teses, dissertações, monografias, artigos, relatórios; fazemos também a preparação de textos, composição, criação de capas e providenciamos a edição de trabalhos acadêmicos em forma de livro a ser impresso sob demanda.
A Keimelion - revisão de textos possui vasta experiência nos trabalhos que executa, já havendo prestado serviços a prestigiosas instituições, como o Instituto René Rachou, Fundação de Desenvolvimento de Pesquisa (FUNDEP) e o Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional (CEDEPLAR) da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fundação Educativa de Rádio e TV de Ouro Preto (ligada à UFOP), bem como a numerosos pesquisadores, em caráter pessoal.
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Em nenhuma hipótese elaboramos trabalhos de graduação ou pós.

Formatação de trabalhos acadêmicos (3)

Muita coisadiferente é chamada de formatação, como já vimos. Vamos tratar um pouco sobre oque a ABNT chama de formatação e como ela trata desse assunto. Primeiro, ascomplexas e mutantes normas da ABNT são muito imperfeitas, omissas, e interpretadasde muitas formas diferentes; então, bem mais que ser um ponto de uniformidadecomo se pretendem, elas são meramente um complicador para quem está fazendo trabalhoacadêmico.
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Formatação segundo a ABNT

Por isso mesmo, a maioria das universidades cria um próprio manualinterpretando ou adaptando as normas da ABNT, ou mesmo muitos cursos,departamentos e institutos têm as próprias regras. Ainda assim, as regrasparticulares estão sujeitas à interpretação do orientador de cada trabalho, então,na prática, a regra de formatação que vale é a regra do orientador! Por maisque o orientador jure que adota a regra da ABNT, importante é entender o queele quer, o que ele lê (ou leu há muitos anos) naquela regra e como ele desejaque seja o trabalho. A única maneira de saber isso é fazendo a formatação,segundo o autor (ou o formatador profissional) interpreta as tais regras, edando ao orientador para que ele determine o que deve ser, segundo ele pensa. Portanto,recomenda-se aos autores que se preocupem mais com o conteúdo de seus trabalhosque com as regras, pois o cumprimento delas se torna, quase sempre, se torna umjogo de adivinhação entre o que diz uma norma ruim e como a interpreta o juizdo caso: o orientador e a banca.

Outra questão aser colocada é a existência de muitas normas da ABNT. Não existe uma norma quetrate de tudo, nem uma norma que perdure no tempo. Aquela instituição editanormas para cada item, normas conflitantes entre si, e normas que mudam (e osorientadores não se atualizam sempre!). Então, há sempre problemas.
Vejam algumas dastais normas:
  • Apresentaçãode artigos em publicações científicas. NBR 6022:2002.
  • Informaçãoe Documentação – Citações em documentos – Apresentação. NBR 10520:2002 – Paraorganizar as citações dentro da monografia.
  • Informaçãoe Documentação – Referências – Elaboração. NBR 6023:2002 – Para organizar ainformação das referências bibliográficas.
  • Informaçãoe Documentação – Trabalhos acadêmicos – Apresentação. NBR 14724:2005 – Sobre aestrutura de monografias e TCCs.
  • Normaspara datar. NBR 5892:1989.
  • Numeraçãoprogressiva das seções de um documento. NBR 6024:2002 – Sobre a numeração detópicos da monografia.
  • Resumos.NBR 6028:2003 – Como fazer resumos.
  • Sumários.NBR 6027:2002 – Formatação dos sumários.
E com certeza háoutras além dessas, formando um emaranhado de contradições. Ao fim e ao cabo,os orientadores se preocuparão com a composição final (aspecto visual dotrabalho) com a coerência dos critérios e com a adesão aos costumes daquelecurso ou instituição.

Veja a mais sobre
Formatação de trabalhos acadêmicos: (1)(2) – (3) – (4)

Categoriasartigos, formatação

Keimelion – revisão de textos: Linguística e revisão de textos: semântica e lexicologia

Keimelion – revisão de textos: Linguística e revisão de textos: semântica e lexicologia.

A semântica estuda o sentido dos enunciados, por exemplo, formal ou lexical, significados e significâncias das frases e das palavras que a integram; é focada nos sentidos denotativos das significâncias, isso quer dizer que é o sentido próprio, o sentido expresso. O revisor de textos deve conhecer e observar o sentido próprio dos termos.Para todos os termos existe uma árvore de significados, o conjunto compõe o léxico.

Categoriasartigos

Linguística e revisão de textos: semântica e lexicologia

A semântica estuda o sentido dos enunciados, por exemplo,formal ou lexical, significados e significâncias das frases e das palavras quea integram; é focada nos sentidos denotativos das significâncias, isso querdizer que é o sentido próprio, o sentido expresso. O revisor de textos deveconhecer e observar o sentido próprio dos termos.
Para todos os termos existe uma árvore de
significados, o conjunto compõe o léxico.
Semântica e revisão de textos 

A semântica não se preocupacom os sentidos figurados, com as entrelinhas, com os significados dasomissões. É o sentido próprio, dicionarizado (excluindo-se os sentidosfigurados que os dicionários registram). O sentido semântico dos elementos dotexto (semantemas) deve ser rigorosamente preservado em textos técnicos ecientíficos; cabe ao revisor ter acurada atenção sobre esses aspectos. Asemântica, de certa forma, compõe-se com a sintaxe para transmitirem, emconjunto, as mensagens – a semântica com o foco na significação de cada termo ea sintaxe ordenando e atribuindo função a cada um. Semântica – significação;sintaxe – função.

São partes da semântica a sinonímia, a que o revisor deveatentar para evitar repetições de palavras ou semantemas e, ao substituir umtermo por outro, guardar o mesmo sentido. Parte também a antonímia, a que aatenção deve ser a mesma, pelo mesmo motivo, em ordem inversa: pode-se evitar oemprego repetido de uma expressão usando seu antônimo em frase negativa. Etambém a homonímia, a que se deve cuidado para evitar equívocos, aqui se tem osparônimos, homófonos e outros acidentes desses tipos.
Por fim, o revisor deve verificar sempre a polissemia,parte também da semântica, pois as palavras têm quase sempre mais de umsignificado, mesmo em sentido denotativo. Cumpre ficar claro qual é o sentido,quando se trata de texto técnico, ou explorar a ambiguidade – se for textopoético ou literário! Cabe ao revisor interpretar a intensão do autor eexplorar as possibilidades.
Lexicologia e revisão de textos
A lexicologia cuida do conjunto de palavras do idioma, estáligada à lexicografia, área de atuação dedicada à elaboração de dicionários eoutras obras que descrevem o uso e sentido do léxico. A lexicologia estuda apalavra, o objeto de trabalho do revisor por excelência, em seus múltiplosaspectos: constituição, histórico, significados, emprego, e cabe ao revisordominar o léxico tão amplamente quanto possível, ampliando sempre seuarcabouço, pois a boa frase tem a palavra certa, na ordem certa e ao tempocerto.
O revisor é ativo consulente de dicionários, talvez o maisvoraz devorador de glossários dentre todos os usuários. Revisores de textos têmcom lexicólogos uma eterna relação de cooperação e conflito, pois semprerecorremos ao trabalho deles e nunca nos damos por satisfeitos com o produtoencontrado. Os dicionários são sempre estáticos e a língua é dinâmica, os dicionários,por maiores que sejam, são sempre omissos, pois em nenhum calhamaço caberiamtodas as palavras, todas as acepções e todas as formas de registro da língua. Etudo isso é objeto da lexicologia e da revisão de textos.

A série toda  de linguística e revisão de textos: fonética e fonologia, morfologia e sintaxe, semântica e lexicologia, terminologia e estilística (e virá mais.)

Categoriasartigos, redação, revisão

Linguística e revisão de textos: morfologia e sintaxe

A morfologia é a parte da linguística que se dedica à estrutura deformação das palavras (radical, prefixo, sufixo…) ou à sua classificação, doponto de vista tradicional: substantivo, verbo, advérbio… As duas abordagenssão importantíssimas, inclusive do ponto de vista prático, para a revisão detextos. A identificação da classe da palavra, o que pode parecer direto esimples para o usuário normal delas, apresenta complicações, em determinadosângulos de leitura, que permanecem como questão até entre os maioresespecialistas. 
Morfologia e revisão de textos
Com violações intencionais da língua, o poema
Pulsar (Augusto de Campos, 1975) preserva a sintaxe e
a morfologia das palavras, apenas substitui alguns
grafemas (letras).

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Lá quando aprendemos as primeiras letras, aquelas dez classes depalavras (ainda se ensina isso?) eram bem definidas e consideradas base paramuita coisa. O revisor de textos estará atento àquelas classes, seus paradigmasde flexões com suas exceções; o flexionismo, por exemplo, é uma abordagemimportante para a ótica da revisão, pois as derivações das palavras podem serproblema em qualquer texto.

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A outra abordagem da morfologia é a formação de palavras;com as flexões (por exemplo: aumentativos, plurais, adjetivação…) são criadasoutras palavras ou são as mesmas, modificadas? Se forem modificadas, não seriammais as mesmas… Essas são questões que existem pela própria complexidade doconceito de palavra – que não perfeitamente estabelecido. Esse ramo damorfologia estuda os elementos existentes nas palavras que usamos (os morfemas –as menores partes das palavras que têm significado) e como foram usados naspalavras já registradas, além de ensinar a usá-los na criação de palavrasnovas. Na linguagem científica, todo o tempo, criam-se palavras. É raro umtexto longo em que não haja palavras novas (que ainda não estão no dicionário)ou mesmo alguma criada por aquele autor naquela necessidade. O revisor avaliaráa adequação do uso e da criação do neologismo, quando for o caso, doaportuguesamento, quando ele ocorrer, ou mesmo sugerirá o emprego de outra ou areconstrução da palavra. As palavras não são todas certas ou erradas, podem sermelhores e piores, há muito que considerar em boa parte delas.
Sintaxe e revisão de textos
A sintaxe é a parte da linguística que estuda aarticulação das palavras para formar frases gramaticais; é bastante óbvia aimportância da sintaxe para a revisão de textos, pois toda a concordância internada frase depende dela, o sujeito que pratica a ação, o predicado que especificaa ação, processo ou estado, afirmando, negando ou perguntando, e oscomplementos – de todo tipo – devem estar harmonizados (coerentes econcordantes) para que a frase tenha sentido perfeito, para que o significadoseja imediatamente percebido. A fluência da leitura depende, dentre outrascoisas, da perfeita concordância em gênero e número entre os termos da oração:quem nunca interrompeu um raciocínio ou uma leitura para avaliar se a concordânciaestá boa? Qualquer erro de concordância provoca um “ruído” na leitura queperturba sua compreensão. E nenhum ouvido é mais afiado para perceber tais ruídosque o do revisor. Nosso treino permite identificar, automaticamente, qualquerdesvio da sintaxe; em seguida, a capacidade analítica, teórica e prática, vaiidentificar a origem do problema para saná-lo.

A série toda  de linguística e revisão de textos: fonética e fonologia, morfologia e sintaxe, semântica e lexicologia, terminologia e estilística, pragmática e filologia.

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Formatação de trabalhos acadêmicos (2)

O que interessa ao autor de um texto, principalmente um texto longo, com ilustrações, gráficos, várias seções, uma tese ou dissertação, por exemplo, é a aparência que ele terá ao ser apresentado. Claro, aqui estamos considerando as questões relativas à formatação, então assumimos que o texto está excelente quanto ao conteúdo e que foi revisado por profissional. De um modo geral, isso pode se aplicar a um artigo curto, duas páginas, mas quando é um texto longo, pesado, com várias seções ou imagens, realmente é necessária a intervenção de um profissional que trabalhe com todo aquele conteúdo com conhecimento de causa.Vejamos o que faz o profissional, que o autor normalmente não tem nem ideia do que seria necessário – ou, quando tem, não de tudo que é possível.
A maior parte da formatação o Word faz, mas
é preciso conhecer a maior parte do que ele
sabe fazer. Isso requer muito tempo.

Diferenciais da formatação profissional   Pin It

Primeiramente, o autor precisa ter a noção de que aquele texto, continuemos com o exemplo da tese (que vale para um relatório, um projeto, um memorial ou qualquer outro documento de dezenas ou centenas de páginas), todo o trabalho precisará ser preparado para sua finalidade primária, no caso da tese o depósito e a defesa. Depois, outros usos e necessidades surgirão: impressão em diferentes formatos, extração de artigos, transformação em livro, adaptação de algum capítulo para finalidade distinta. Em todos esses casos, se o texto estiver corretamente formatado, aplicados os campos lógicos a cada segmento, essa interferência sobre o texto será facilitada em muito.
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Em seguida, considere-se a necessidade de haver hiperlinques no texto: o sumário, as listas de figuras, quadros e tabelas, bem como os índices onomásticos, toponímicos, e de autoridades (estes últimos raríssimamente são inseridos nos trabalhos porque os autores nem sabem da possibilidade de que eles existam) só podem ser feitos se os campos lógicos estiverem todos definidos. A tarefa de manter um índice atualizado, com os números de páginas corretos, sem que eles estejam hiperlincados beira o impossível – sem falar na facilidade de navegação pelo texto quando o leitor estiver acessando por qualquer outra mídia que não a impressa. A hiperlincagem alcança ainda as referências cruzadas internas do trabalho, por exemplo: “vide Capítulo X, à página y”, ou “segundo a Figura Tal, à pág. W. A referência (X, Tal), assim como o número da página, uma vez lincados, serão atualizados automaticamente, e tudo estará bem ordenado mesmo que se insira ou se retire um capítulo inteiro pelo meio do trabalho ou se inverta a ordem de um grande segmento do texto.
Ainda mais, quando se trata de imagens, muitas vezes o autor as usa “pesadas demais” (arquivos enormes!), ou sem resolução suficiente. Tornando o arquivo final do trabalho gigantesco e pouco prático, ou resultando em impressão de má qualidade. Outras vezes as imagens não estão bem situadas quanto ao texto. Há ainda a questão das legendas – que devem ser formatadas logica e fisicamente, hiperlincadas, e situadas adequadamente, além de serem agrupadas à respectiva imagem para não fugir dela.
É bastante coisa, muito disso não é tão fácil de ser aprendido, à última hora, quando os prazos de entreva do trabalho estiverem se esvaindo. Melhor recorrer a um profissional que tenha prática.
Veja a mais sobre
Formatação de trabalhos acadêmicos: (1) – (2) – (3)(4)
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Linguística e revisão de textos: fonética e fonologia

A linguística jánão é uma ciência muito recente, mas a sua aplicação prática e os estudosdessas aplicações estão em contínua e crescente ampliação nos últimos tempos.No bojo dessas novidades surge abordagem da revisão de textos que ultrapassa asvisões tradicionalistas de correção ortográfica e as limitações formalistas. Revisarum texto é bem mais que um jogo de sete (ou sete mil) erros. O trabalho dorevisor de textos profissional implica considerações complexas, incluindoabordagem sistemática e processual do texto, considerações psicolinguísticas(incluindo questões cognitivas e psicogenéticas), sem falar nas consideraçõessemiológicas, ou seja, inclui todas as abordagens da linguística modernaaplicadas em favor da comunicabilidade. Nosso esforço é no sentido de aprenderuma linguística compreensiva aplicada à revisão de textos e de aplicar esseconhecimento ao ofício, possibilitando-nos o desenvolvimento qualitativo dotrabalho com sólida base teórica atualizada.
As diferenças entre fonética e fonologia são
sutis e há grande interseção em seus
campos de estudo.
Fonética e revisão de textos
A fonética é a parte da linguística que estuda os sons emitidose percebidos (os fones), sem considerar-lhes os significados (desejados ouindesejáveis), são os sons que empregamos na fala, tentamos representá-los na escritae os representamos pelo alfabeto fonético. Os trava-línguas são jogos fonéticose a poesia usa muito o mais conhecido acidente fonético: a rima: apoio fonéticorecorrente, entre dois ou mais versos, que consiste na reiteração total ouparcial do segmento final de um verso a partir da última tônica (Houaiss). Arevisão de texto deve estar sempre atenta a todos os acidentes fonéticosprovenientes do texto, verificando nele a possibilidade de oralização e assonoridades desejáveis e indesejáveis. Evitando, por exemplo, a incidência derima, tão desagradável na prosa quanto pode ser buscada no verso. Cumpre aorevisor afastar os cacófatos (som feio, desagradável, impróprio ou com sentidoequívoco, produzido pela união dos sons de duas ou mais palavras vizinhas) enão os confundir com cacófago (aquele que pratica ou apresentacacofagia).
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Fonologia e revisão de textos

 A fonologia preocupa-se com os fonemas básicos de umalíngua; ela se distingue da fonética – estudo da percepção e produção de sons,cujas unidades são os fones – por estar focado no registro e na articulação dossons na língua, o que ocorre por meio de fonemas. É da fonologia que derivammuitos dos aspectos ortográficos, pois uma das intenções é que as sílabasrepresentem os fonemas. Algumas considerações da topologia pronominal sãotambém decorrentes da fonologia, por exemplo, a vedação do pronome átono noinício da frase em português europeu e no brasileiro mais formal (para que elenão desapareça de tão brando) e sua crescente aceitação atual dentre osbrasileiros, pois o caráter átono, dentre nós, está se perdendo em taispronomes. Os usos e abolições de certos acentos diferenciais decorrem também deconsiderações fonológicas. Creio já ter ficado demonstrado o papel da fonologiana revisão, posto que a natureza do registro escrito é decorrência direta dafonologia – combinada com diversos outros aspectos linguísticos. Cumpre aorevisor julgar se os registros do texto correspondem ao enunciado da línguaatual, atualizando onde competir e, quando couber, justificar ao autor as interferênciasfeitas por tais motivos.

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Revisão de textos na nova ortografia

O Novo Acordo Ortográfico já ficou velho, mas, até o fim de 2012, a ortografia anterior a ele é formalmente aceita. Nossos serviços de revisão, desde 2009, são feitos exclusivamente segundo a nova ortografia vigente. Nenhum cliente solicitou, ainda que isso fosse possível e mesmo legalmente admissível, que mantivéssemos a ortografia anterior.
Não se enrole com a nova ortografia,
contrate-nos para revisar e fique tranquilo.

Não há nenhuma dúvida de que os autores brasileiros aderiram à nova regra; estamos já completamente adaptados a ela.

Mas atenção: a ortografia anterior deixa de ser uma alternativa com fim deste ano. Todos os texto oficiais e legais deverão ser editados segundo a nova regra, já em vigor, a partir de 1º de janeiro de 2013.
Para revisão de texto recente, ou atualização de textos mais antigos, solicite nossos serviços. A nova ortografia já é nossa velha amiga!

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